Arquivos da categoria: Dia Internacional da Síndrome de Down

SOCIAL CHEF:TRABALHANDO GRANDEZAS E MEDIDAS ATRAVÉS DA LUDICIDADE CULINÁRIA

A Faculdade Joaquim Nabuco na última quinta-feira (11) ofereceu um curso de culinária para Crianças com Síndrome de Down, o projeto Social Chef, na oportunidade foi trabalhado alguns elementos da matemática como: Grandezas e Medidas, e da língua Portuguesa com os gêneros textuais bem de forma lúdica e com muita brincadeira.

A iniciativa será realizada semestralmente com o objetivo de desenvolver a autonomia e integração social de crianças com Síndrome de Down, através de atividades lúdicas. Nesta primeira edição do curso, os pequenos prepararam receitas culinárias como “BOLO DE CHOCOLATE DE CANECA”, bem como trabalharam o verdadeiro significado do curso e os seus objetivos, como respeitar as diferenças e incluir aquele que antes era excluído no sistema educacional e da própria NABUCOsociedade.

Atividades lúdicas celebram o Dia Internacional da Síndrome de Down

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Em comemoração ao dia internacional da Síndrome de Down, a Faculdade Maurício de Nassau realizou, na  quarta (22), uma manhã de atividades lúdicas para jovens com a síndrome e para seus responsáveis. O evento aconteceu das 9h às 11h no campus Pituba, em Salvador.

A Instituição recebeu 30 jovens com idade entre 18 a 40 anos, que  assistiram à uma apresentação e participar de diversas oficinas, como a circense, oficina de dança e cultura corporal e de artesanato com garrafas de plástico. As atividades foram acompanhadas por estudantes do curso de Pedagogia e Psicologia , supervisionados pelos professores. “Esse ano, além de promover atividades para os jovens, a nossa Instituição teve a preocupação de inserir as famílias para que  possam fortalecer o vínculo entre si”, explica Diana Báfica, assistente social da NASSAU.

Diana ainda informa que essa atividade faz parte do calendário de eventos de responsabilidade social da instituição e é uma parceria com a APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais. “Buscamos sempre implantar ações que valorizem o ser humano, independente nada sua condição”, conclui.

Debate sobre o mercado de trabalho para quem tem Síndrome de Down em Vitória da Conquista

Por Mara Ferraz

No dia 21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down, data que será lembrada pela Faculdade Maurício de Nassau com ações voltadas tanto para quem tem down quanto para comunidade, empresas, mães, profissionais que atuam nessa esfera. O tema proposto para a palestra é “Mercado de Trabalho para quem é Down: avanços e desafios” e foi realizada às 19h no Auditório da Nassau. Além disso, na parte da tarde do mesmo dia, às 15h, a Instituição disponibilizará um plantão com psicólogos e fisioterapeutas para atendimento ao público.

Para Maria Augusta Baiano, professora da unidade e uma das idealizadoras do evento, a principal questão para discutir esse tema é sobre o olhar do outro para quem tem Down na hora de empregar. “Essa questão me preocupa muito, pois vejo pouco envolvimento da sociedade na questão da inclusão e aproveitam pouco o potencial no desenvolvimento de atividades mais complexas e que proporcionam para eles a possibilidade de crescimento profissional e pessoal”.

Atualmente existe a Lei Brasileira de Inclusão nº 13.146, que refere-se à inclusão de pessoas com deficiências pelas  empresas, ainda assim, de acordo com a Professora, “isso é muito pouco, pois não é realizado o papel do Estado de uma forma eficaz na questão de incluir”, defende.

Geisa de Fátima Barros, que também estará presente no evento, é membro de uma das Associações que tratam do Down, a Conquista Down, e revela que “os primeiros passos para essa inclusão do Down no mercado de trabalho estamos realizando com o estímulo precoce para o desenvolvimento cognitivo para a realização das tarefas”.

Participarão da Mesa Redonda: a Psicóloga Ana Cristina Cardoso, do Mundo Ímpar e a Pedagoga Tanea Cristina Freire também do Mundo Ímpar, Geisa Barros, representante da Associação Conquista Down.

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Alunos de Pedagogia realizaram atividades para jovens com deficiência

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Turma realizou atividades de recreação, música e teatro a jovens do Instituto Lourival Fontes

Estudantes do sexto período de Pedagogia da Faculdade Maurício de Nassau em Aracaju se encontraram com jovens com Síndrome de Down e outras deficiências na manhã desta quarta-feira (13). Eles realizaram atividades de recreação, música e teatro. O evento fez parte da disciplina “Corpo e Movimento” e envolveu 17 estudantes da IES e mais de 40 jovens assistidos pelo Instituto Lourival Fontes.
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Professora da disciplina, Kátia Regina explica que o pedagogo é um professor polivalente e ele também é responsável pordesenvolver a parte psicomotora de todas crianças, adolescentes e jovens, sem distinção. “Eu vejo a dificuldade que vários colegas têm de lidar com as diferenças, então, é importante acabar com o preconceito que ainda existe em pleno século XXI. Quando a gente sabe o que fazer e como lidar, faz toda diferença, e ações como essa contribuem para que esses novos profissionais cheguem ao mercado com uma visão renovada e diferente”, afirma.

DSC_1069Segundo a coordenadora pedagógica Luciana Marques, “a proposta de trabalhar com jovens com Síndrome de Down faz parte das ações de responsabilidade social da Faculdade Maurício de Nassau e do Grupo Ser Educacional; o objetivo é socializar, integrar e cooperar para promoção da inclusão social”.

 

[Natal] Nassau realiza ação no Dia da Síndrome de Down

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Na segunda-feira passada (21), foi comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down. Para chamar atenção para a inclusão e convidar a sociedade a quebrar o preconceito, cerca de 20 crianças e adolescentes, portadores da doença, participaram de aulas de culinária, zumba e oficinas pedagógicas na Faculdade Maurício de Nassau, em Natal.

As atividades – feitas em parceria com a Associação Síndrome de Down do Rio Grande do Norte – aconteceram no bloco de Lagoa Nova, localizado na Avenida Prudente de Morais, nº 3510. O trabalho foi desenvolvido por alunos dos cursos de Gastronomia, Educação Física e Pedagogia.

Para as crianças com idades entre 8 e 10 anos, os alunos e professores de Gastronomia prepararam uma receita de pão de queijo mineiro para ser executada no Laboratório de Práticas Gastronômicas. No pátio, a turma de Educação Física conduziu um aulão de zumba. E, em uma das salas de aula, o curso de Pedagogia trabalhou atividades lúdicas e pedagógicas para todas as idades.

A escolha das ações visa quebrar paradigmas e preconceitos com relação aos portadores da Síndrome de Down, estimulando nos alunos a consciência sobre a inclusão: atividades corriqueiras para a maioria como dançar ou preparar uma receita, mas que também são perfeitamente possíveis para qualquer um deles apesar das limitações que a doença provoca.