14/01/22

CIRCO SOCIAL

Por que criamos o Circo Social?

O Projeto Circo Social tem como objetivo promover a cidadania e a inclusão de pessoas com Síndrome de Down através das técnicas circenses. “Esses jovens têm um potencial muito grande não explorado. O circo é transformador e através de suas técnicas busca trazer todo esse potencial à tona” revela Sérgio Murilo, coordenador do Instituto Ser, organização responsável pelo projeto.

O Circo Social iniciou as atividades em 2014 com duração de quatro meses, contemplando 15 pessoas com Síndrome de Down e respectivos familiares. Devido ao sucesso das aulas, a Fundação Nacional das Artes condecorou as ações com o Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo 2013. Isto viabilizou a execução da segunda turma do Projeto, em 2015, com uma meta de atendimento duas vezes maior do que no ano anterior. Em 2016, o projeto foi contemplado no ciclo 2015/2016 com o financiamento do Programa de Ajuda Direta – DAP oferecido pelo Governo da Austrália e gerenciado pelo Ministério de Relações Exteriores da Austrália. O Circo Social não objetiva formar artistas, mas cidadãos inseridos socialmente através da arte circense.

Como atuamos?

Basicamente, existem duas frentes de atuação no Circo Social. A primeira é desenvolvida para os portadores da Síndrome de Down e/ou de alguma deficiência intelectual. O intuito é que eles aprimorem sua coordenação motora, reflexos e relações interpessoais através das técnicas de circo desenvolvidas durante as aulas. A outra iniciativa diz respeito aos responsáveis pelos alunos, geralmente mães e pais que, dentre as mais variadas tarefas do cotidiano, cuidam, com todo o afeto e carinho, dos filhos. E por tantos afazeres, é natural que o desgaste mental aconteça. Por isso, o Circo Social também provê atendimento psicopedagógico para eles, de maneira que durante a duração do projeto não só os alunos são acompanhados e obtém ajuda, mas também os seus responsáveis.

Quem participa?

O Circo Social é voltado para jovens com Síndrome de Down e/ou deficiência intelectual, que tenham interesse em participar de atividades circenses. Além deles, os pais ou responsáveis também dispõem de acompanhamento durante as aulas com profissionais da área psicopedagógica.

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