13/09/23

No Dia Mundial da Limpeza, diversas praias da Região Metropolitana do Recife recebem ações

O UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau Recife e Paulista e a Faculdade UNINASSAU Costa Dourada participam do Dia Mundial da Limpeza, realizado pelo Instituto Limpa Brasil. O evento acontece no dia 16 de setembro e conta com a presença de alunos voluntários da Instituição de Ensino Superior. Já a ação da Faculdade UNINASSAU Olinda ocorre em 14 de setembro.

O papel das unidades neste movimento é fazer a limpeza das praias de Boa Viagem, Olinda, Suape, Paiva e do Janga. Os voluntários se reúnem a partir das 8h para ajudar na coleta de lixos espalhados pelos locais.

“O Dia Mundial da Limpeza é um evento global, no qual a UNINASSAU é uma das parceiras do movimento no Brasil. Esse é um compromisso com o meio ambiente e a sociedade. Estaremos nos unindo para preservar nossas praias e promover a conscientização ambiental”, comenta Sérgio Murilo, diretor de Governança Ambiental e Social do grupo Ser Educacional, mantenedor da UNINASSAU.

A UNINASSAU faz parte desta ação desde 2015. No ano passado, além dos mutirões de limpeza, as unidades arrecadaram livros, roupas e alimentos não-perecíveis. Além disso, coletaram materiais recicláveis, cápsulas de café, óleo de cozinha, resíduos eletroeletrônicos, medicamentos vencidos e embalagens de maquiagem, cosméticos e esmaltes.

UNINASSAU realiza limpeza de praias desde 2015, com o projeto Ação Tropical/Dia Mundial de Limpeza

Lixo nos Oceanos

Os oceanos da Terra estão enfrentando uma crise ambiental crescente devido ao acúmulo constante de lixo marinho. Esse problema global, amplamente causado por atividades humanas, tem uma série de impactos prejudiciais que vão muito além das praias sujas.

Os oceanos servem como um depósito para uma ampla variedade de resíduos, incluindo plásticos, produtos químicos tóxicos, resíduos industriais e até mesmo microplásticos quase invisíveis. Esses poluentes contaminam a água, prejudicando a vida marinha e afetando os ecossistemas costeiros.

Além disso, os animais marinhos são vítimas frequentes dessa poluição. Tartarugas, aves marinhas, peixes e mamíferos marinhos muitas vezes ingerem plásticos, que podem causar obstruções intestinais, ferimentos internos e, em última instância, a morte. Redes de pesca perdidas, conhecidas como “redes fantasmas”, também representam perigos mortais, aprisionando e matando animais.

De acordo com um estudo de 2022 do projeto Blue Keeper, realizado pelo Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil lança mais de 3,44 milhões de toneladas de sacolas plásticas, garrafas PET, canudos e outros dejetos a cada ano. Este ano, um estudo da revista PLOS ONE mostrou que os oceanos do mundo estão poluídos por cerca cento e 171 trilhões de partículas de plástico que, se reunidas, pesariam cerca de 2,3 milhões de toneladas.

A poluição por lixo marinho afeta economias costeiras dependentes do turismo e da pesca. Praias poluídas afastam turistas, enquanto a pesca prejudicada reduz os rendimentos das comunidades costeiras. Já os detritos flutuantes podem transportar espécies não nativas para novas regiões. Essas espécies invasoras perturbam os ecossistemas locais e competem com as espécies nativas, causando desequilíbrios ecológicos.

O lixo nos oceanos não é apenas um problema estético; é uma ameaça séria para o meio ambiente, a biodiversidade, a economia e o clima do planeta. É essencial que a conscientização sobre esse problema cresça, juntamente com ações para reduzir a poluição marinha, promovendo um futuro mais saudável para nossos oceanos e, por extensão, para o nosso planeta.

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